​Dependência de Internet

23 de Dezembro, 2016

Dependência de Internet

O uso de vídeo games é um assunto relativamente novo e muito pouco pesquisado. Dentre as pesquisas realizadas, parte da atenção tem sido negativa, concentrando-se em dano potencial relacionado ao vício, agressão, e desempenho escolar baixo. O uso abusivo de Internet e Jogos Virtuais são prejudiciais porque causam um impacto negativo na vida dos usuários, em todos os seus segmentos, tanto afetando quanto, às vezes, substituindo por completo outras atividades, como a convivência social.

Os jogos eletrônicos estão se tornando rapidamente um dos meios mais populares de escolha entre crianças e adultos jovens. Como com qualquer nova mídia apreciado pela juventude, mas relativamente não utilizado pelos mais velhos, uma miríade de respostas podem ser testemunhadas, variando de curiosidade a medo e preocupação. Nesse tempo, oportunidades para o uso positivo de um novo meio pode ser adiada. Os vídeo games são uma das mais recentes formas de mídia para encontrá-los sobre escrutínio científico. Parte da atenção tem sido negativa, concentrando-se em dano potencial relacionado ao vício, agressão, e desempenho escolar baixo. No entanto, como os jogos eletrônicos se tornaram mais populares, as estatísticas sobre crianças nos Estados Unidos e na Europa sugerem que eles estão enfrentando menos problemas de comportamento, menos violência e melhores escores padronizados em testes acadêmicos (Ferguson, 2010). Assim, as nossas preocupações sobre os alegados efeitos nocivos dos jogos eletrônicos podem em grande parte ser dissipadas. Os cientistas estão cada vez mais a examinar a possibilidade de utilizar esta mídia imensamente popular para fins positivos, na educação, em saúde, para os alunos com deficiência, e promover cognição.

As abordagens em psicoterapia disponíveis para o tratamento da DI (dependência de Internet) ainda são raras e pouco conhecidas na literatura. Como a referida dependência ainda não conta com suas inclusões nos manuais oficiais de Medicina e de Psicologia, seu estudo e conhecimento ainda são de pouca amplitude. Entretanto, muito embora seu aparecimento seja recente, se nota de forma progressiva a sua manifestação nos consultórios, escolas e ambulatórios de saúde mental. (Abreu CN e Góes, 2011.).


Rafael Rojas Braga Psicólogo do NAP